domingo, 9 de dezembro de 2012

A Origem (2010)


A Origem (2010) é o premiado filme escrito e dirigido por Christopher Nolan que tem em seu elenco Leonardo DiCaprio, Ellen Page, Joseph Gordon-Levitt e Marion Cotillard, entre muitos outros, obviamente.
Gostei muito de terem selecionado esse para mim porque já havia muito tempo que pensava em revê-lo - e essa foi uma boa desculpa! (Já que eu devia estar trabalhando agora...)

No filme, Dominic Cobb (DiCaprio) lidera uma equipe que é especialista em criar e infiltrar sonhos a fim de obter informações confidenciais. A missão que inicia o filme acaba de forma frustrada, mas não muito depois disso são contratados não para obter informações, e sim para implantar a semente de uma ideia. O projeto parece impossível - a recompensa, porém, extremamente tentadora: a oportunidade de voltar para casa e rever os filhos.
Rapidamente, Cobb reúne os melhores especialistas que conhece para planejarem os detalhes desta missão.

Inception, em inglês, é um termo de ficção científica que descreve a inserção lenta e graduada de uma ideia através dos sonhos. Assim como, fora da ficção, significa o começo. A origem.

No geral, é um filme de aventura e ficção muito interessante, que eu recomendo a quem ainda não tenha visto. Me lembro de ter pensado muito sobre sonhos, aqueles que são poderosos o suficiente para nos deixar pensando se o subconsciente está tentando nos dizer alguma coisa ou se é apenas uma mistura aleatória das coisas que vimos, ouvimos e sentimos...

Como eu estou me sentindo agora menos inspirada para escrever do que eu estava enquanto assistia ao filme, vou encerrar com uma citação da Marion Cotillard:

"You keep telling yourself what you know. But what do you believe?"

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Yvonne Strahosvski

personagem Hannah McKay (Dexter)

Loira, olhos claros, lábios rosados, olhar sedutor, corpo definido... não gente, não é de mim que estou falando, é de Yvonne Strahovski nome artístico de Yvonne Strzechowski, atriz australiana (Sidney, nasceu em 30 de julho de 1982) de origem polonesa, que iniciou sua carreira ainda em seu país, mas foi nos EUA que fez um testesinho e em 3 dias estava escalada para compor o elenco do seriado (ai meu Deus!) CHUCK. 


personagem Sarah Walker (Chuck)


Em Chuck (que não é o boneco assassino), ela era Sarah Walker, agente da CIA que foi escolhida para proteger Chuck Bartowski (Zachary Levi), que tinha arquivos secretos da CIA no cérebro (em outra oportunidade vou postar sobre o seriado), ela lutou, brigou, sangrou, trabalhou desfarçada em uma lanchonete, em uma iogurteria, dançou, chorou e casou.

Enquanto isso, em 2011, estrelava ao lado de Jason Stathan, Clive Owen e Robert Deniro o filme Killer Elite (Os Especialistas, em português). E está previsto para 2013, a estréia do filme I, Frankstein, que trará novamente a loiraça para a telona. Enquanto isso, hoje ela faz parte do elenco do seriado Dexter (que aliás está está cada vez melhor).

Em Dexter, Yvonne encarna Hannah McKay, uma assassina sutil, simples, delicada e que parece estar arrebatando o coração duro, frio e bruto de Dexter (Michael C. Hall). Yvonne é também ativista em ongs protetoras dos animais, tem 2 cachorros vira-latas adotados e sempre posta em seu twiter (@y_strahovski) fotos de seus bichinhos.

Bem Yvonne é linda e talentosa, eu também sou, claro, mas eu nunca contracenei com Zachary Levi e Michael C. Hall, essa é a sutil diferença.

Michael C. Hall (Dexter)
Zachary Levi (Chuck)


A ORIGEM (1999)



Boa tarde pessoas!!

O filme escolhido para a Gabi comentar pra gente é........
A ORIGEM (1999). Fui boazinha, né?! Eu ia sortear o 666, mas achei meio dark demais, então coloquei tudo de cabeça pra baixo (999º lugar da lista)!!!
Espero que ela goste!!
Abraço a todos

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Yvonne Strahovski



Ufa! Ainda bem que tem CTRL + C e CTRL + V, eita nominho difícil de escrever, parece que tem todas as consoantes!
Meu próximo post (ainda essa semana, eu juro!) vou falar sobre ela que já sou fã desde 2008.

Levada da Breca (Bringing Up Baby) - 1938





Pronto Lú!! Tô postando... atrasadérrima, mas tô aqui!!


Escolheram para eu assistir, o nosso lindo, fofo e esperto "Babe, o porquinho atrapalhado", porém eu já tinha assistido para postar outro Baby, ou seja "Bringing up Baby" que em português tem o título "Levada da Breca" com a glamurosa Katharine Hepburn. Vou comentar esse hoje e a semana que vem o porquinho, mesmo porque assim faço homenagem aos amigos (E MARIDO) palmeirenses.

Método de Seleção: Pedi pra minha amiga Luciene falar um número entre 1 e 1001 e ela disse 178!! rsrsrs

Levada da Breca, de 1938, conta a história de uma mulher completamente atrapalhada que deixa a vida de um homem de pernas pro ar em apenas dois dias.

Dr. David Huxley é um zóologo, noivo de sua assistente e está tentando com Sr. Peabody, advogado de uma milionária, uma doação de 1 milhão de dólares para seu museu. Fica extremamente excitado quando sabe que o último osso que falta para a montagem de um esqueleto de bontossauro foi encontrado. Para discutirem sobre a doação, Dr Huxley vai a um jogo de golf com Dr Peabody, mas conhece Srta Susan Vance, milionária herdeira, incosequente e atrapalhada que confundiu sua bola com a do Dr Huxley, ela "furta" seu carro, fazendo a reunião com Dr Peabody um fracasso, tenta então consertar as coisas indo a um jantar onde reencontra Susan e entre confusões e mais confusões, acabam ambos de roupas rasgadas.

No dia seguinte (dia do casamento do Dr. Huxley), chega o osso que faltava e Susan liga "desesperada", pois há um Leopardo (Baby, caçado pelo seu irmão no Brasil) em seu apartamento e finge estar sendo atacada para que Dr Huxley vá protegê-la. Chegando lá ela dá a ideia de levá-lo à fazenda de sua tia, em outra cidade, que seria mais seguro (não sabiam que o Leopardo era uma encomenda de sua tia). No caminho ela estaciona em local proibido, rouba um carro, atropela uma caminhão de galinhas e patos (para a alegria de Baby) e chegando lá, George (o cachorro da tia de Susan) encontra e enterra o osso de brontossaudo.




Na fazenda, trancam o leopardo e logo ele escapa sendo confundido com um leopardo selvagem que Susan deixa escapar do carro do circo. Enquanto a tia de Susan acha Dr Huxley louco por falar em ossos e leopardos. Além de todas essas confusões ainda vão todos presos, mas Dr Huxley salva a todos e desfaz todos os mal entendidos.

Depois de cinco dias, sozinho (por não comparecer ao próprio casamento), em seu laboratório, contemplando seu esqueleto quase completo, Susan vem lhe trazer novidades: achou o osso que George tinha enterrado e tinha conseguido a doação de sua tia para o museu. Feliz da vida, ela sobe pelos andaimes paralelos ao esqueleto e na euforia.... faz despencar todo o esqueleto. Mas no fim, teve que que realmente quiz: um beijo do amado Dr. David Huxley.



Considerações: recomendo demais o filme, porque ter um leopardo adestrado em 1938 para particiar de um filme, é sensacional. O que eu amo também em filmes antigos é a interpretação meio que teatral, sem contar nos looks das moças! Filme divertidíssimo, com um humor simples e gostoso.


FICHA TÉCNICA (acho que a maioria já morreu, mas vale a pena citar)
Pais: Estados Unidos
Gênero: Comédia
Direção: Howard Hawks
Roteiro: Dudley Nichols, Hagar Wilde
Produção: Howard Hawks
Música Original: Roy Webb
Direção Musical: Roy Webb
Fotografia: Russell Metty
Edição: George Hively
Direção de Arte: Van Nest Polglase
Figurino: Howard Greer
Maquiagem: Mel Berns
Efeitos Sonoros: John Cass
Efeitos Especiais: Vernon Walker

ELENCO
Katharine Hepburn = Susan Vance
Cary Grant = Dr. David Huxley
Charles Ruggles = Maj. Horace Applegate
Walter Catlett = Policial Slocum
Barry Fitzgerald = Sr. Gogarty
May Robson = Tia Elizabeth Random
Jack Carson = Funcionário do Circo
Ward Bond = Policial em motocicleta
Fritz Feld = Dr. Fritz Lehman
Frank Marlowe = Joe
John Kelly = Elmer
Leona Roberts = Sra. Hannah Gogarty
George Irving = Dr. Alexander Peabody
Tala Birell = Sra. Lehman
Virginia Walker = Alice Swallow
Adeline Ashbury = Sra. Peabody
A Jô ainda não postou, mas ela tá escrevendo! Eu vi!
Enquanto isso, fiquem com o trailer de José e Pilar.


sexta-feira, 30 de novembro de 2012

A Liberdade é Azul


Esse não vi ainda.
Olhaí a sinopse:

Após um trágico acidente em que morrem o marido e a filha de uma famosa modelo (Juliette Binoche), ela decide por renunciar sua própria vida. Após uma tentativa fracassada de suicício, ela volta a se interessar pela vida ao se envolver com uma obra inacabada de seu marido, que era um músico de fama internacional.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Fahrenheit 451 (1966)

Esse foi indicação da minha colega de faculdade, a Fabi.


Num futuro super estranho, acreditava-se que qualquer material impresso é a causa da infelicidade. Assim, a principal função dos bombeiros é queimar todos os livros que encontrarem. O personagem central é um desses bombeiros, que no dia a dia de seu 'nobre' trabalho, começa a questionar esse pensamento.
É muito bom. Dá medo que um dia seja assim. Ah, e tem um final excelente.
Assassinos por Natureza


Esse é um dos que eu recomendo pra sempre. A história é de Mickey e Mallory Knox, um casal de serial killers. Aqui tem de tudo: violência, amor, crítica ao 'american way of life', à imprensa e ao circo que ela arma com seu sensacionalismo... enfim, um dos meus filmes preferidos. Ótimos atores, ótima trilha sonora, tudo ótimo. Vejam.
A Casa Vazia (2004)


Baseado no livro do mesmo nome, a história é de um rapaz que invade a casa de pessoas enquanto elas estão fora, e meio que para pagar a "estadia", faz boas ações, como limpar a casa e lavar as roupas. Em uma dessas invasões ele conhece uma mulher extremamente infeliz em seu casamento e os dois começam um relacionamento. Interessante e muito bonito de ver. Recomendo.


Já é quinta-feira, e até domingo, dia da postagem da Jô, vou colocar aqui uns trailers de filmes pra vocês escolherem pro fim de semana, ok?

Estava ouvindo a trilha de Um Beijo Roubado, então olha o trailer aí:




segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Próximo Filme: Babe, o Porquinho Atrapalhado (1995)

Quem disse que porcos não são aventureiros? 
Ta aí esse adorável filme da década de 90, presente na lista dos "1001 filme para se ver antes de morrer", e que será comentado aqui pela Jô no próximo Spoiler.


A Vida de Brian (1979)




     A vida de Crist... (ops!) Brian, é considerado um dos melhores filmes da trupe Monty Phyton, que fez história na década de 70, com seus programas de TV, shows e filmes que até hoje são influência para a comédia mundial. 
    O filme é dirigido por Terry Jones, um dos integrantes dos Phytons, e conta a história de Brian, um rapaz comum que vivia na Judéia há uns dois mil anos atrás e que começa arrastar multidões através de seus discursos revolucionários, levando-o a sérias encrencas. A história parece familiar? Não é por acaso. A sátira com a história de Cristo é a base do filme.
    Brian, na verdade, era um aliado de grupos que eram contra o domínio romano, e estava sempre inventando um jeito de se safar dos soldados. E foi assim que, sem querer, acabou ganhando uma multidão de fiéis que começaram a acreditar que ele era o messias salvador da humanidade. Ele não suportava aquilo e só queria se ver livre de toda aquela gente, mas a multidão insistia em acompanhá-lo e repetir suas tolas palavras.
     O filme é cheio de momentos hilários. Um deles na clássica cena do apedrejamento, onde uma mulher aluga uma barba postiça para poder apedrejar a vítima, visto que só os homens poderiam participar do ato; na cena de Brian acordando e abrindo a janela nu, deparando-se com a multidão ensandecida por sua presença do lado de fora da casa . E em frases dignas de um messias, como "Você veio do nada, vai pro nada e o que você perdeu com isso? Nada!”
    Há também o impagável Pôncio Pilatos, que possui dislexia, e torna sua dificuldade em articular as frases uma garantia de muitas risadas. No fim das contas, Brian acaba sendo condenado à crucificação devido suas profecias messiânicas, e aí que vem o gran finale do filme: Brian pregado na cruz e os outros crucificados começam um musical digno da Broadway, “Always Look on the Bright Side of Life”. A cena final de todos os crucificados cantando juntos e empolgados com uma musiqueta feliz é ímpar, e vale o filme, sem dúvida.
    Os cristãos fervorosos poderão dizer que o filme é uma blasfêmia, mas muito mais que isso, o filme é uma critica à alienação das massas e ao entendimento errôneo dos ensinamentos. E claro, a lição da canção final do filme é pra se levar pra vida toda “Sempre olhe para o lado brilhante da vida”.

 

A Vida de Brian
(Life of Brian, 1979)


• Direção: Terry Jones

• Roteiro: Graham Chapman, John Cleese, Terry Gilliam, Eric Idle, Terru Jones & Michael Pallin
• Gênero: Comédia
• Origem: Reino Unido
• Duração: 94 minutos
• Tipo: Longa-metragem

domingo, 25 de novembro de 2012

Seguindo o exemplo do Luiz, nosso amigo Jimmy também não cumpriu com nossa sagrada obrigação para com esse blog.

Bela Lugosi julga vocês.


quinta-feira, 15 de novembro de 2012

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Próximo Filme: A Vida de Brian (1979)

Queridos, o próximo filme a ser comentado aqui, pelo Jimmy, será:

A Vida de Brian,  de 1979. Sim, sim, Monty Phyton aqui no blog! \o/



segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Jejum de Amor (1940)


Já que o Luiz não deu as caras aqui, eu vou falar sobre o Jejum de Amor, e não, não é uma auto-biografia, é um filme mesmo, amores.

E muito bom. Como comentei no twitter (oi segue nóis @o_spoiler), achei muito mais que uma comédia romântica. O filme faz uma crítica engraçada e inteligente com os jornalistas, que desde aquele tempo, já eram os urubus manipulativos que (a maioria) são hoje. 

Mas a história principal é sobre um chefe de um jornal e sua ex-mulher, que está para casar de novo e tem o firme objetivo de largar o jornalismo. O fundo desse cenário é a corrida dos jornalistas para cobrir (e mudar) o destino de um carinha que atirou em outro e será enforcado por isso. O chefe, Walter, usa de vários artifícios nada honestos, mas engraçadíssimos, para acabar com o casamento da ex. Ela, Hildy, não cansa de afirmar que quer ter uma "vida normal", largar o jornal, ter filhos e etc. No fim, ela faz um acordo com Walter, de fazer uma última matéria sobre o condenado lá, tentando fazer parecer que ele é um louco, e talvez salvando sua vida. 

O noivo dela é o típico imbecil-seguro. Aquele em que a mocinha não tem química nenhuma, mas que é a "melhor opção". Brilhante a cena em que Hildy entrevista o condenado, que é um homem confuso e deixa que ela monte todo o motivo pelo qual ele atirou no outro sujeito. 

Um doce pra quem adivinha o que aconteceu. 
Um grande furo: o condenado foge da prisão e Hildy não resiste, mergulha do mundo que queria deixar para trás. Muito boa a parte em que ela simplesmente pula em cima do cara e o derruba no chão para conseguir as informações. Ignora a sogra, o noivo e vai escrever. No final, com os problemas resolvidos, Walter diz que ela deve ir embora. A reação é inesperada; a mulher começa a chorar por ele não querer mais ficar com ela. (mulheres confusas desde o início dos tempos, minha gente). 

Gostei. Fala que não adianta ficar lutando contra o que somos, ou contra o que e quem gostamos. 
E acrescenta aí as impagáveis cenas de vários jornalistas juntos, ligando cada um para seu veículo, contando a mesma história, mas de jeitos diferentes e fantasiosos. 


O filme todo é muito bem escrito, os diálogos inteligentes e engraçados. Não é uma comédia romântica melosa, vale muito a pena. 

Excelente filme, mesmo. Parabéns aos envolvidos. 

Jejum de Amor
(His Girl Friday, 1940)

• Direção: Howard Hawks
• Roteiro: Charles Lederer, Ben Hecht
• Gênero: Comédia/Romance
• Origem: Estados Unidos
• Duração: 92 minutos
• Tipo: Longa-metragem



terça-feira, 6 de novembro de 2012

250 filmes em 2 minutos!

Um carinha chamado Jonathan Keogh pegou a lista dos 250 melhores filmes do IMDB e montou esse video de 2 minutos com as cenas. Muito bacana, dêem uma olhadela.


quarta-feira, 31 de outubro de 2012



FELIZ DIA DAS BRUXAS A TODOS

Hoje nada melhor do que uma pipoquinha e um bom clássico! APROVEITEM 

domingo, 28 de outubro de 2012

Próximo filme: Jejum de amor (Howard Hawks, 1940)

O Nosso próximo participante, Luiz Salazar, terá o PRAZER de assistir ao próximo filme sorteado por mim =D

e o filme serááááá...
Jejum de Amor (1940)




"Que a paz se propague", essa é a frase que encerra Os donos da rua, um filme de muita ação, muito sangue, e grandes laços de amizade *_*.
Tudo começa com um garoto negro (Tre Styles) que tem problemas com sua má conduta escolar, o que faz sua mãe perceber que não tem condições de criá-lo, mandando-o então para a casa de seu pai, o senhor Fuious Styles (Laurence Fishburne). Sim, sim, o nosso famoso Morfeu de "Matrix", como sempre fabuloso e desempenhando um papel de extrema importância para crescimento de qualquer garoto, que viva em meio a tanta violência e criminalidade.
Filme excelente, John Singlenton mostra com perfeição a realidade das ruas de South Central, um filme sentimental que lida com várias questões humanas, como por exemplo, a falta da presença de um pai na criação de um garoto, o abuso de poder policial em South Central e, em especial, a vida dos negros do subúrbio.
Bom, durante o filme os anos passam, os amigos de infância crescem e têm objetivos bem diferentes na vida, coisas entre transar com prostitutas sem doenças, ser o "bandidão fodão" do bairro, jogador de futebol americano e entrar para uma universidade.
Na boa, a simplicidade do garoto, ao tentar inventar a primeira transa para que o pai acreditasse que ele não era mais virgem, é um dos grandes momentos do filme, kkkkkk a não ser talvez, por quando seu melhor amigo ri loucamente da sua cara ao descobrir esse fato, que é realmente impagável kkkkkkkkkkkkk. Enfim, o tratamento e os cuidados do pai realmente fazem bem para o crescimento e formação do jovem Tre.
O filme é recheado de figuras clássicas do subúrbio americano e estereótipos mais do que manjados rsrs, também situações cotidianas, CLARO, como festas de rua onde um simples esbarrão, pode fechar a noite com muitos tiros e mortes eminentes.
A violência que paira sobre o bairro americano onde vivem deixa de saco cheio até mesmo quem viveu por lá a vida inteira e estaria mais do que acostumado com os acontecimentos,  pode influenciar qualquer um a tomar as decisões erradas na vida, mas assim como o filme deixa bem claro, sempre existem duas escolhas (não é mesmo Morfeu? rsrs), QUE A PAZ SE PROPAGUE.


  • Direção: John Singleton
  • Elenco principal: Cuba Gooding Jr., Ice Cube, Morris Chestnut, Nia Long, Laurence Fishburne, Angela Bassett, John Singleton, Regina King,
  • Gênero: Comédia dramática
  • Nacionalidade: EUA


Alison Fabrizi



sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Sexta-Série: Mike e Molly



Você sabe o quanto pesa a felicidade em encontrar o amor da sua vida? Mike e Molly sabem bem.
O seriado tem como tema principal apenas o amor entre duas pessoas, mas é inevitável dizer: "você conhece Mike and Molly? É aquele seriado que tem os 2 gordinhos..."
Conheceram-se numa reunião do grupo Obesos Anônimos e se apaixonaram. É recheado de piadinhas incrivelmente simples, engraçadíssimas e que fazem os episódios que têm em média 20 minutos, parecerem ter 10. Situações inusitadas para os magros e comuns para os "não-magros" fazem a realidade dos gordinhos da trama virar comédia, mesmo sendo às vezes constrangedor e humilhante, porém levados com o bom humor, até mostra uma certa filosofia de que os gordinhos também podem amar e serem felizes. Há quem não goste das piadinhas sobre obesidade, mas creio que isso é o diferencial de outras comédias românticas e mostram que o casal mesmo lutando contra os quilos e calorias, são realizados.

Mike é um policial (até agora a única ocorrência que vi atender, foi na casa de Molly), mora sozinho e tem a mãe mais mal humorada do universo que tem como companheiro um cachorrinho (também mal humorado) tão pequeno que quando Mike o carrega, parece estar com uma verruga peludinha, salvo devidas proporções, Jim, o cachorrinho, é realmente pequeno. Seu fiel companheiro de viatura é Carl, um policial "maduro" que mora com a avó, melhor conselheira de Mike. Carl e Mike sempre tomam café da manhã numa lanchonete onde trabalha Samuel, um senegalês que parece adooorar mostrar as fartas diferenças entre seu país e a América.
Molly é professora de séries iniciais e por estar acostumada a lidar com crianças, convive bem com sua irmã gostosa, burra e drogada e sua mãe viúva, mas um pouco "periguete aposentada" que não deixa a vaidade e um copo de vinho de lado.

Eu recomendo a "comédia dos gordinhos"... não sei se porque sou bem humorada ou se porque sou gorda... mas recomendo.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Próximo filme: Os Donos da Rua (1991)

Eis que acabo de sortear o próximo filme a ser visto e comentado aqui nesse singelo espaço.

Os Donos da Rua, de 1991.


domingo, 21 de outubro de 2012

Mundo Cão - 1962


Tá feliz?

Então vai assistir Mundo Cão pra ver se isso não muda. Aparentemente o objetivo desse filme é provar que o mundo é feio, nojento, cruel e patético. Ele diz ser um "documentário" e várias vezes lembra que as cenas 'chocantes' são a realidade que o repórter tem o dever de mostrar. Primeiro que eu nem achei chocante.

Exceto as cenas dos animais torturados/mortos. E nem essas são realmente chocantes, são mais incômodas. O que é mostrado é mesmo a realidade, e muita gente pode se chocar porque parte delas é de outra cultura, desconhecida. O 'documentário' é tudo, menos objetivo, e as narrações manipulam claramente as informações, dando um tom de cinismo a tudo o que acontece. Várias coisas que acontecem no mundo são absurdas, sim, mas tudo no documentário é arrumado e manipulado para parecer pior. Parece ter sido feito por um jornalista frustrado que queria era trabalhar com cinema, não faz sexo há anos, é infeliz, quer provar que tem motivo para ser infeliz e acha que a profissão de jornalismo só acontece através de sensacionalismo.

Muita coisa é extremamente machista e racista. Se você ignorar a narração, algumas partes são excelentes. Me chamou a atenção a cena em que é mostrado uma tribo indígena, onde todas as vezes que o Chefe lá queria uma noiva, ela era presa num tipo de gaiolinha, comendo tapioca por 3 ou 6 meses para engordar. Logo em seguida, é mostrado que o ritual é diferente na América, onde a mulherada quer emagrecer para conseguir um marido.

Algumas cenas se estendem mais do que necessário para chocar. Os alemães bebendo até cair tem a intenção de mostrar a decadência do ser humano, e ganhou vááários minutos no filme, que mostra o pessoal cambaleando pra rua. Sei lá. Tenho certeza que muita gente deve gostar. Mas achei o filme desnecessário. 

Minha conclusão final:

Méh. Podia morrer sem ter visto.

Itália
1962 •  cor •  105 min 
Produção
DireçãoGualtiero Jacopetti
Paolo Cavara
Franco Prosperi
RoteiroPaolo Cavara
Gualtiero Jacopetti
GéneroShockumentary
Idioma originalItaliano


domingo, 14 de outubro de 2012

Soundtracks

E enquanto não chega o próximo domingo, fiquem com essas trilhas!

OST's from krithika21 on 8tracks Radio.

Vai começar

Amores, o Projeto Spoiler já tem data para começar.
No próximo domingo, dia 21 de outubro, daremos início a essa encrenca.

Postagens sobre filmes todo domingo.
Sorteio do próximo filme a comentar toda quarta.
e a Sexta-Série; em sexta-feiras intercaladas, leiam aqui sobre os seriados que acompanhamos, indicamos ou cagamos para.

O sorteio do primeiríssimo filme deu nisso: Mundo Cão, de 1962.

Aguardem!