sexta-feira, 30 de novembro de 2012

A Liberdade é Azul


Esse não vi ainda.
Olhaí a sinopse:

Após um trágico acidente em que morrem o marido e a filha de uma famosa modelo (Juliette Binoche), ela decide por renunciar sua própria vida. Após uma tentativa fracassada de suicício, ela volta a se interessar pela vida ao se envolver com uma obra inacabada de seu marido, que era um músico de fama internacional.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Fahrenheit 451 (1966)

Esse foi indicação da minha colega de faculdade, a Fabi.


Num futuro super estranho, acreditava-se que qualquer material impresso é a causa da infelicidade. Assim, a principal função dos bombeiros é queimar todos os livros que encontrarem. O personagem central é um desses bombeiros, que no dia a dia de seu 'nobre' trabalho, começa a questionar esse pensamento.
É muito bom. Dá medo que um dia seja assim. Ah, e tem um final excelente.
Assassinos por Natureza


Esse é um dos que eu recomendo pra sempre. A história é de Mickey e Mallory Knox, um casal de serial killers. Aqui tem de tudo: violência, amor, crítica ao 'american way of life', à imprensa e ao circo que ela arma com seu sensacionalismo... enfim, um dos meus filmes preferidos. Ótimos atores, ótima trilha sonora, tudo ótimo. Vejam.
A Casa Vazia (2004)


Baseado no livro do mesmo nome, a história é de um rapaz que invade a casa de pessoas enquanto elas estão fora, e meio que para pagar a "estadia", faz boas ações, como limpar a casa e lavar as roupas. Em uma dessas invasões ele conhece uma mulher extremamente infeliz em seu casamento e os dois começam um relacionamento. Interessante e muito bonito de ver. Recomendo.


Já é quinta-feira, e até domingo, dia da postagem da Jô, vou colocar aqui uns trailers de filmes pra vocês escolherem pro fim de semana, ok?

Estava ouvindo a trilha de Um Beijo Roubado, então olha o trailer aí:




segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Próximo Filme: Babe, o Porquinho Atrapalhado (1995)

Quem disse que porcos não são aventureiros? 
Ta aí esse adorável filme da década de 90, presente na lista dos "1001 filme para se ver antes de morrer", e que será comentado aqui pela Jô no próximo Spoiler.


A Vida de Brian (1979)




     A vida de Crist... (ops!) Brian, é considerado um dos melhores filmes da trupe Monty Phyton, que fez história na década de 70, com seus programas de TV, shows e filmes que até hoje são influência para a comédia mundial. 
    O filme é dirigido por Terry Jones, um dos integrantes dos Phytons, e conta a história de Brian, um rapaz comum que vivia na Judéia há uns dois mil anos atrás e que começa arrastar multidões através de seus discursos revolucionários, levando-o a sérias encrencas. A história parece familiar? Não é por acaso. A sátira com a história de Cristo é a base do filme.
    Brian, na verdade, era um aliado de grupos que eram contra o domínio romano, e estava sempre inventando um jeito de se safar dos soldados. E foi assim que, sem querer, acabou ganhando uma multidão de fiéis que começaram a acreditar que ele era o messias salvador da humanidade. Ele não suportava aquilo e só queria se ver livre de toda aquela gente, mas a multidão insistia em acompanhá-lo e repetir suas tolas palavras.
     O filme é cheio de momentos hilários. Um deles na clássica cena do apedrejamento, onde uma mulher aluga uma barba postiça para poder apedrejar a vítima, visto que só os homens poderiam participar do ato; na cena de Brian acordando e abrindo a janela nu, deparando-se com a multidão ensandecida por sua presença do lado de fora da casa . E em frases dignas de um messias, como "Você veio do nada, vai pro nada e o que você perdeu com isso? Nada!”
    Há também o impagável Pôncio Pilatos, que possui dislexia, e torna sua dificuldade em articular as frases uma garantia de muitas risadas. No fim das contas, Brian acaba sendo condenado à crucificação devido suas profecias messiânicas, e aí que vem o gran finale do filme: Brian pregado na cruz e os outros crucificados começam um musical digno da Broadway, “Always Look on the Bright Side of Life”. A cena final de todos os crucificados cantando juntos e empolgados com uma musiqueta feliz é ímpar, e vale o filme, sem dúvida.
    Os cristãos fervorosos poderão dizer que o filme é uma blasfêmia, mas muito mais que isso, o filme é uma critica à alienação das massas e ao entendimento errôneo dos ensinamentos. E claro, a lição da canção final do filme é pra se levar pra vida toda “Sempre olhe para o lado brilhante da vida”.

 

A Vida de Brian
(Life of Brian, 1979)


• Direção: Terry Jones

• Roteiro: Graham Chapman, John Cleese, Terry Gilliam, Eric Idle, Terru Jones & Michael Pallin
• Gênero: Comédia
• Origem: Reino Unido
• Duração: 94 minutos
• Tipo: Longa-metragem

domingo, 25 de novembro de 2012

Seguindo o exemplo do Luiz, nosso amigo Jimmy também não cumpriu com nossa sagrada obrigação para com esse blog.

Bela Lugosi julga vocês.


quinta-feira, 15 de novembro de 2012

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Próximo Filme: A Vida de Brian (1979)

Queridos, o próximo filme a ser comentado aqui, pelo Jimmy, será:

A Vida de Brian,  de 1979. Sim, sim, Monty Phyton aqui no blog! \o/



segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Jejum de Amor (1940)


Já que o Luiz não deu as caras aqui, eu vou falar sobre o Jejum de Amor, e não, não é uma auto-biografia, é um filme mesmo, amores.

E muito bom. Como comentei no twitter (oi segue nóis @o_spoiler), achei muito mais que uma comédia romântica. O filme faz uma crítica engraçada e inteligente com os jornalistas, que desde aquele tempo, já eram os urubus manipulativos que (a maioria) são hoje. 

Mas a história principal é sobre um chefe de um jornal e sua ex-mulher, que está para casar de novo e tem o firme objetivo de largar o jornalismo. O fundo desse cenário é a corrida dos jornalistas para cobrir (e mudar) o destino de um carinha que atirou em outro e será enforcado por isso. O chefe, Walter, usa de vários artifícios nada honestos, mas engraçadíssimos, para acabar com o casamento da ex. Ela, Hildy, não cansa de afirmar que quer ter uma "vida normal", largar o jornal, ter filhos e etc. No fim, ela faz um acordo com Walter, de fazer uma última matéria sobre o condenado lá, tentando fazer parecer que ele é um louco, e talvez salvando sua vida. 

O noivo dela é o típico imbecil-seguro. Aquele em que a mocinha não tem química nenhuma, mas que é a "melhor opção". Brilhante a cena em que Hildy entrevista o condenado, que é um homem confuso e deixa que ela monte todo o motivo pelo qual ele atirou no outro sujeito. 

Um doce pra quem adivinha o que aconteceu. 
Um grande furo: o condenado foge da prisão e Hildy não resiste, mergulha do mundo que queria deixar para trás. Muito boa a parte em que ela simplesmente pula em cima do cara e o derruba no chão para conseguir as informações. Ignora a sogra, o noivo e vai escrever. No final, com os problemas resolvidos, Walter diz que ela deve ir embora. A reação é inesperada; a mulher começa a chorar por ele não querer mais ficar com ela. (mulheres confusas desde o início dos tempos, minha gente). 

Gostei. Fala que não adianta ficar lutando contra o que somos, ou contra o que e quem gostamos. 
E acrescenta aí as impagáveis cenas de vários jornalistas juntos, ligando cada um para seu veículo, contando a mesma história, mas de jeitos diferentes e fantasiosos. 


O filme todo é muito bem escrito, os diálogos inteligentes e engraçados. Não é uma comédia romântica melosa, vale muito a pena. 

Excelente filme, mesmo. Parabéns aos envolvidos. 

Jejum de Amor
(His Girl Friday, 1940)

• Direção: Howard Hawks
• Roteiro: Charles Lederer, Ben Hecht
• Gênero: Comédia/Romance
• Origem: Estados Unidos
• Duração: 92 minutos
• Tipo: Longa-metragem



terça-feira, 6 de novembro de 2012

250 filmes em 2 minutos!

Um carinha chamado Jonathan Keogh pegou a lista dos 250 melhores filmes do IMDB e montou esse video de 2 minutos com as cenas. Muito bacana, dêem uma olhadela.